22 de mar de 2011

Conselho de Déo, se pudesse dar um!

Foi algo assim, quando vi me ceguei, na verdade me apaixonei sem ver, cai com tudo e quando vi só estava eu.
Olhei ao meu redor e já não tinha mais ninguém!

Eu, meus textos melancólicos, uma canção que ele me fez e um colarzinho que ele tinha me dado dizendo ser uma proteção para quando ele não estivesse por perto, ou seja, sempre, o pingente? um anjo...devia ter sido um santo, tipo São Judas, para os casos impossíveis.

Depois disto fiz contato, consegui, marquei um encontro, ele foi e na minha frente parecia que eu via um mentiroso.

Na verdade não parecia não, era mesmo, mas ele tem um dom, ele inventa tanto que esquece do que ele mesmo vive. É o mundo do Peter Pan.

Ele cria um mundo paralelo de forma tão grandiosa que todo mundo que quer tê-lo por perto acaba aceitando o mundo paralelo. É uma mentira fantasiosa, é uma fantasia mentirosa.
Ele sempre tinha, ou melhor tem porque ainda não morreu e porque ainda não consegui me desvencilhar dele, uma historia mirabolante, uma desculpa muito grandiosa, nada é pequeno, nada é minúsculo. Tudo é intenso, imenso, gigante.

E eu?
Eu no meio dele sou uma pequena.

Aprendi o seguinte: tudo que vem muito difícil não é para ser seu. Não seu no sentido de posse, mas seu no sentido que foi escolhido para você. Claro que quando estamos apaixonadas você quer mandar este tipo de comentário para bem longe né? Mas quando não estiver neste estágio, lembre-se disto!

Reações:

1 comentários:

ficar de olhos abertos, é menina, mentira pode ser grande, imensa, um mundinho td... Mas há se tem perna curta, isso tem sim.