29 de out de 2015

A violência contra...

Qualquer tipo de violência é um abuso.
Qualquer falta de respeito por alguém é uma violência.
Não poderia deixar de dar a minha humilde opinião, e, por ser uma opinião minha não garante que ela seja a melhor dos mundos e nem a certa. É naquilo em que eu acredito.

Os homens (infelizmente em sua maioria) andam do jeito que querem, coçam o saco, mexem no saco como se fosse o troféu deles (e muitas vezes é só isto que os premia), arrotam, peidam, se gabam de tudo o que faz com a mulher na intimidade e ainda chamam suas namoradas, esposas, peguetes, noivas de cachorra. E ninguém, absolutamente ninguém, os julgam.

Estes mesmos homens, que se inspiram nos homens das cavernas ainda, quando veem uma mulher bonita, ou bem arrumada, ou de saia, ou de vestido ou de burca se dão ao direito de falarem ou apenas utilizarem sons inexplicáveis neste texto como se fossem próximos, amigos, "chapas" destas mulheres que apenas passam ao lado deles na rua.

Estas mulheres (felizmente em sua maioria), que usam a roupa que querem, que não coçam e nem ficam mexendo em suas suas partes íntimas na rua, não arrotam, não peidam em público, quando xingam são julgadas e não chamam seus namorados, noivos, maridos de nomes vulgares são julgadas pelo simples fato de saírem na rua. Pelo simples fato de terem seu livre-arbítrio e poderem escolher a roupa que querem usar "tá vendo, andando assim ninguém vai te respeitar".

Estou utilizando do artifício da generalização para poder me expressar melhor. 
E talvez, por isto, eu seja má interpretada.

Eu sou mulher, a personagem criada neste blog é mulher e não importa a roupa que eu uso, não importa se sou bonita ou feia, se sou santa ou se sou atirada, sofro quase todos os dias assédio por parte dos homens que não me conhecem, mas que querem soltar um "ô delícia" ou qualquer outra palavra deste tipo e quando revido eles fingem que não era comigo ou dizem que eu sou louca.

Eu não sofri, assim como algumas amigas queridas, assédio por parte de familiares, padrasto ou qualquer amigo da família que chega e começa a aproveitar do espaço que lhe dão. Mas as pessoas queridas que eu conheço, além de sofrer o assédio, sofreram pelo silêncio que em muitas vezes foi preciso, sofreram pela culpa que sentiram por muito tempo (indevidamente) e como se não bastasse sofreram julgamentos. Psicólogos, remédios, crises de pânico, o corpo reage como pode para terntar gritar aquilo que não tem som, aquilo que corrói silenciosamente.

 
Elas fizeram e fazem muito por nós que não sofremos nem metade do que elas sofreram.Elas, de forma silenciosa foram tomando força para berrar e dizer:
"não é minha roupa que define quem eu sou, não é a minha beleza que permite ou não que você tenha atitudes inescrupulosas comigo, não é a sua força que vai mandar eu ser a sua escrava."

Volto a dizer, falta de respeito é violência.

Estou me limitando às mulheres neste texto devido a campanha no twitter do #meuprimeiroassedio (campanha apoiadíssima) e pela prova do Enem que gerou polêmicas e pelo absurdo que foi os comentários sobre a Valentina (participante do Masterchef Junior)

Eu deste lado me solidarizo com estas mulheres guerreiras e espero do fundo do meu coração que os homens que menciono aqui possam pelo menos pensar sobre o assunto. Possam imaginar as mulheres que eles respeitam passando exatamente por situações iguais a estas e quem sabe assim colocando pessoas queridas de vocês na história vocês consigam pelo menos parar de abusarem das mulheres.

E para que fique claro deixo para finalizar este texto a definição de assédio:
  1. operação militar, ou mesmo conjunto de sinais ao redor ou em frente a um local determinado, estabelecendo um cerco com a finalidade de exercer o domínio.
  2.      fig. insistência impertinente, perseguição, sugestão ou pretensão constantes em relação a alguém
    Assinado: mãe da Déo.



5 de ago de 2015

Antes de "não curtir"

Atendendo a pedidos vou contar a história do post anterior "não curti".
Nós estudávamos na mesma sala. Estudos aleatórios. Não era faculdade. Nem curso de idiomas. Era um curso alternativo sobre terapias holísticas.

Neste curso, com duração de dois meses, aprenderíamos algumas técnicas e teríamos um estágio a ser cumprido no final. Quando cheguei na sala eu não gostei dele logo de cara. Achei tudo, menos uma pessoa interessante.

No estágio ele já estava trabalhando na sala e eu era "café com leite".
Ao final do curso tivemos a confraternização e adivinha quem veio puxar conversa e pedir meu telefone? 
Bingo!

Assim que passei meu número pensei: este cara vai ficar no meu pé. E por algum tempo ele até puxou papo no "zap", mas eu não dava muita trela. Achava ele meio arrogante, não era meu tipo e nem meu estilo. Só que uma vez nos encontramos coincidentemente numa casa noturna.

A partir dai, eu comecei a mudar minha percepção sobre ele. Algo dentro de mim mudou, mas não de repente, foi aos poucos. Nos nossos encontros no espaço zen começamos a conversar mais, trocar ideias, contar nossas histórias, etc.

Ele veio de um casamento traumático, dois filhos. Ela quem saiu de casa porque traiu a confiança dele. Família inteira ficou mal e ele me disse que estava em busca de um novo amor. Que havia se encontrado no caminho do bem e que focaria suas forças nisto.

Achei ele sincero, sensível e decidido no que queria. Ele também deu a entender que eu precisava me abrir mais às oportunidades da vida e que tinha gente ao meu lado disponível que eu não via. Sempre atencioso. Sempre bom ouvinte. Sempre disposto (pelo menos em palavras) a me ajudar.

Isto foi me conquistando. Fui me sentindo realmente amparada e começamos a sair juntos, como bons amigos. Destas saídas para acabarmos ficando foi um pulo. E foi muito bom! 

Porém fazendo jus ao nome do blog, tudo que é bom nem sempre dura e a partir dai ficou difícil termos dias disponíveis para sair: encontrávamos 1 vez por semana no espaço zen (a trabalho), mas chegava final de semana e nunca era possível nos encontrarmos: curso, trabalho dele (trabalha aos finais de semana), filhos, acompanhar a mãe em médicos, etc.

 
 Como no início de tudo eu não queria nada, rolou um sentimento de culpa e eu fui levando a situação de boa, devagar e compreensivamente. Até chegar o ponto dele não me responder mais mensagens na hora e só me retornar dias e dias depois. Tratar com pouca atenção e dizer que a vida dele era assim: atribulada e corrida.
Diante desta afirmação entendi como sendo um fora e fiquei na minha. 


De lá pra cá nunca mais falamos e quando ele se manifesta é através de curtidas no meu facebook. 

Foi por isto que desabafei semana passada com vocês porque ainda está recente e qualquer manifestação dele faz meu coração pular de forma descompassada. 

E porque de certa forma é uma maneira dele me dizer "estou por aqui".





29 de jul de 2015

Não curti!


Você (neste caso eu) faz um esforço danado para não olhar a página do ex-belisco, para não saber nada dele, não vai no perfil, tira o "seguir" do face para não aparecer nada, absolutamente nada de atualização, desmarca as fotos para quando o face relembrar não aparecer vocês. Porque o face é mestre em mostrar aquilo que a gente não quer ver. Voltando, faz uma reorganização da vida facebookiana para nada te abalar. E segue firme e forte, ou como dá para seguir, não tão firme, nem tão forte...
 
E quando tudo parece estar claro, quando você já entendeu que as coisas são assim, que simplesmente não rolou, que a vontade em dar certo tem que ser dos dois lados e não só do seu e que você tem que ir até aonde pode e não até aonde quer porque é uma decisão mútua para dar certo, o sujeito reaparece das cinzas curtindo um post seu.

" - Ai Deo, todo mundo curte post aleatório no face, desencana!" 
Vocês tem razão, mas este sujeito não. Ele quase não entra na internet, não curte quase postagens, não sabe mexer com tecnologias e por fim poderia aparecer de outras formas, mas não. Ele resolveu aparecer da forma mais padrão do mundo: curtindo uma postagem minha. 
E não foi uma postagem qualquer, foi aquelas reflexivas, aquelas que a gente se expõe ao mundo de uma forma leve, mas que tá tudo lá escancarado sobre você. Só falta colocar ao lado - assinado Deodora Mendonça!

Não uso palavrões aqui porque como uma leitora diz este blog é de família, mas poxa é "phoda". Eu to aqui tentando levar na esportiva, achando que tudo bem ter dado errado (outra hora conto como foi) e ai ele vem e reaparece de alguma forma, mostra que embora não entre nunca na internet ele está passando na minha página e lendo o que eu escrevo e curtindo

Isso me desestrutura, perco o foco, qual era mesmo o foco? 
Ah tá esquece-lo...mas ele inverte tudo e foi só um curtir no face...
Ai gente parei, tá? 
Já voltei a terra e começando o processo todo de novo!
Só vim aqui desabafar e até perguntar: o que vocês fazem para isso passar?

25 de jul de 2015

Déo lista!

Para tudo agora!
Acabei de fazer uma leve lista dos caras que passaram na minha vida.
Genteeeeeeeeeeeeeee quanto belisco babaca!!!
Meu Deus, chuta que é macumba, ou me coloca na macumba e me despacha que o problema é o meu radar para beliscos babacas.

Esta lista não foi pensada, mas "eu estava a toa na vida e meu amor me chamou", mentira que não tenho amor no momento. Continuando...estava eu pensando na vida e fui resgatando as minhas histórias, os beliscos, o que aconteceu depois e fiquei abismada.

Eu sou radar de belisco complicado, com traumas anteriores, com ex mulher, ex namorada, ex belisquete que coloca chifre e ai o cara chega todo traumatizado porque tomou chifre e quer ou descontar ou tentar fazer a linha "eu que mando aqui"; Ou então é desempregado-procurando emprego há mais de 3 anos (sim, isto já aconteceu comigo e o cara dizia estar com muita falta de sorte, que era um coitado). Eu no lugar dele com a historinha triste que ele contou me matava na hora. Certeza.

Tive os pop-stars também. Aqueles donos da banda que toca no barzinho de esquina da sua rua, mas que eu achava legal até então. Me achava, mas ai ele é tipo pizzaria, atende delivery você e mais meio mundo, ou seja, solidão garantida ou seu couvert de volta.


Tive os indecisos. O raça! Belisco indeciso é pior do que aqueles que sabem que querem te pegar por uma noite e cair fora. Belisco indeciso hoje quer te ver, mas não dá então ele combina para amanhã, mas amanhã ele vai ficar com preguiça de sair da casa dele na zona norte e ir para a sua na zona sul. E ai vai dizer "vamos deixar para amanhã" e você pensa o quanto vale a pena este belisco. Ou quando você sai com ele, num dia ele diz que não importa o que deu errado na vida dele no passado, ele quer dar certo, começar um novo relacionamento e sim casar de novo (caso ele já tenha sido casado) ou casar a primeira vez. E você acredita. No dia seguinte a este ele já diz que para ele está tudo muito confuso e que o melhor é ele viver a vida dele, que não sabe o que quer, e por ai vai...

E você pode ir ou não junto. Eu fui. Até a página 5 (acho que fui página demais). Ai no final o que você descobre é que ele só queria provar para ele mesmo que era capaz de ficar com uma mulher independente, interessante, cheia de atributos (físicos e qualidades), mas o que ele ama mesmo é sofrer por tudo aquilo que já passou...e não foi com você. É ruim, hein?

O que eu sei é que esta lista me deixou assustada, acho que tá na hora de eu procurar ajuda médica ou para eles ou para mim...ou então fazer umas rezas mais focadas, ou contratar um coaching para rezas específicas, ou sei lá!

#caiforadeodora

16 de jul de 2015

Gatão ou tiozão?

Outro dia, no facebook, eu contei sobre minha falsa esperança com o professor de Body Combat e a Natália se animou e veio contar a história dela no Conta pra mim, Déo.

" Oi Déo, lembrei de uma historinha com um destes professores "gostositos" q toda academia tem :) 

Eu fazia natação com um professor gato e tive que começar do básico naquela "piscininha de criança" para aprender as técnicas de respiração. Tem coisa mais sensual do que segurar o ar embaixo d'água e ter alguém te esperando quando você volta à superfície? 

Ok, deu para perceber o meu nível de carência e o meu estado civil: solteira, desesperada, romântica e sonhadora (traduzindo: candidata para trouxa!!!) 
 
Comentário Déo: menos Nat! rs

Depois de um estímulo destes fui transferida para outra piscina com um professor "tiozão" :( - aí sim tive vontade de me afogar mas só de imaginar que quem poderia me socorrer seria o tal "professor tiozão narigudo e que se acha" minha sanidade voltou rapidinho... 

Percebi que cai direitinho no conto do vigário: um contrato de seis meses de aula (com cheques pré datados - socorro!) uma multa considerável caso eu desistisse das aulas antes, ou seja, a decepção era a minha companhia porque eu via o professor gostositos esbanjando charme com as novas alunas e eu ali na piscina ao lado com o "professor tiozão matusalém" (tem coisa pior do que coroa q se acha?). 

Juro que desapeguei de toda a "ilusão x paixão" do início e parti para o lado prático do curso: era questão de sobrevivência eu precisava aprender a nadar. Uma vez ou outra o professor gostositos dava o aquecimento antes do início da aula e eu ficava radiante e fazia questão de demonstrar (mesmo que fossem migalhas de atenção eram minhas!!!).

Um belo dia saindo da piscina maior vi o "professor gostositos" sozinho na piscina de criança (sei que o seu blog é de família mas tenho q confessar: tive pensamentos para lá de libidinosos só de vê-lo ali sozinho). 
 
Comentário Déo 2: até eu que sou mais boba!!!!

Esqueci de contar que sou completamente míope, mas por um milésimo de segundo a minha miopia sumiu e eu enxerguei um negócio brilhante na mão dele. Como eu já havia cumprimentado toda sorridente, virado estrelinha, dado um salto triplo mortal (ops! pula esta última parte) tomei coragem e:
 
Nat:  - O que é este negócio brilhante ofuscando a minha visão?
Professor gostositos: " - Esta aliança de noivado não significa nada. Se você quiser tira isso do meu dedo facinho!!!"

Para minha sorte eu penso muito rápido (modéstia zero). Mentira é questão de sobrevivência mesmo são muitos e muitos foras colecionados pela vida afora... Respirei fundo e respondi:
 
Nat: a única pessoa que pode tirar "isso" do seu dedo é você mesmo porque do outro lado quem está usando a outra acha sim muito importante, não é mesmo?
 
Ele ficou sem graça à beça porque é um colecionador de menininhas que caem na graça, corpo e etc dele, mas eu me mantive firme.

Foi difícil me convencer que realmente disse não, mas confesso que aquela pulguinha permaneceu atrás da minha orelha um tempão...de qualquer forma ficou o aprendizado: natação agora só com tiozão que se acha, assim não fico na tentação! 
 
Beijos Déo

30 de jun de 2015

Aquilo que você ia dar, mas...

Era dia dos namorados, sexta-feira 12. Há unos anos atrás. Eu estava com um belisco promissor. Aqueles que a gente fica amigo por um tempo, depois passa a se falar muito e depois o próximo encontro não tem como não ser outra coisa a não ser contato físico porque os olhos dizem o que todo o resto do corpo quer fazer.

Tínhamos pensamentos muito parecidos, formas de ver a vida semelhantes e até o signo igual (ok, não ligo para isto, mas fica bonitinho e romântico isto no contexto). 

Ai chegou o dia dos namorados e eu não sabia o que fazer. Como não definimos nossa relação a nada eu achei que não dava para pressionar. Ele vinha de traumas, mágoas recentes, problemas com ex e eu vinha de muito tempo sozinha e achei que seria muito exagerado comprar algo para ele.

Só que ai eu estava passeando pelas lojinhas do lado do meu serviço e não resisti. Parei e comprei. Com a lembrancinha comprada e guardada devidamente pensei " se ele merecer ele ganha, senão fica para mim" mas morrendo de vontade que ele fosse um bom garoto.

Como fazíamos o mesmo curso e curiosamente o dia dos namorados caiu exatamente no dia do nosso curso, criei uma expectativa (querendo ou não) de que de lá iríamos comemorar de alguma forma.

Na saída do curso ele já veio todo molenguinho:

" - Déo estou tãaaao cansado!"
 - É Ju?
" - É e ainda tenho que voltar para o escritório para terminar um relatório gigante" 
- pausa para o tooooooiiiiiiiiiinnnnnnn - 
" - E ainda terei que chegar cedinho amanhã lá no trabalho para fazer mais alguns relatórios"
- sei, mas amanhã não é sábado no seu calendário?
" - É Deo e no seu também, mas não posso bobear lá na empresa..."

O resultado foi voltar para casa frustrada.
Ele sumiu por uns dias depois disto e eu como não sabia qual era a nossa deixei para lá. Confesso que deixei o presente embrulhadinho por mais duas semanas na espera que no final deste período turbulento ele finalmente poderia me encontrar e eu entregar o presente.

O que não aconteceu porque depois deste relatório, surgiu uma viagem a trabalho e foi que ficamos mais ou menos um mês sem nos ver.

Antes de dar um mês decidi me dar aquele presente. É lindo, combina comigo, mas confesso que toda vez que utilizo o presente me lembro dele...

E você já passou por alguma situação parecida?
Conta pra mim!


11 de jun de 2015

Feliz dia dos juntos!

Hoje não é dia dos namorados, mas quero falar sobre ele. Porque amanhã será o dia que alguns namorados se esquecem e o dia que todo solteiro lembra!!! 

Quero falar sobre ele antes do dia para que ninguém fique de #mimimi por ai (agora tá na moda falar #mimimi só espero que isto não recaia sobre mim rsrsrsrs)


O que vale no dia dos namorados é se de fato você está "in love". A conversa aqui é para todos os solteiros, separados, viúvos, casados, amantes, namorados, noivos que estão sozinhos.

Sim. Sozinhos. 

Porque existem milhares de casais sozinhos. Milhares de casados sozinhos, amantes sozinhos, namorados sozinhos, noivos sozinhos e por ai vai.

O lance não é um dia dos namorados, e sim o que você faz da sua vida para estar com ou sem alguém.

Outro dia minha amiga Larissa me disse " - estou super mal porque mais uma vez estou solteira no dia dos namorados e meu sonho é passar um dia dos namorados com namorado". A Larissa é uma pessoa formidável! Excelente, divertida, amiga, companheira, pau para toda obra como dizem por ai, mas quando o assunto é relacionamento é uma bomba-relógio pronta para explodir. Ela conhece alguém e já quer que este alguém seja o futuro marido dela, pai das 3 meninas lindas que ela quer ter e que seja tudo que ela sempre sonhou. Não vai ser, porque sonho chama sonho justamente porque temos ele dormindo, senão seria realidade e a realidade é saber lidar com o que é diferente da gente. Larissa está sozinha.

A Vanda é uma pessoa ímpar, mas namora há anooooooooooooos (tipo assim uns 12 anos que eu me lembre) com a mesma pessoa e sempre tem os mesmos problemas que giram em torno de "ele não quer casar, diz que assim tá bom demais". Vanda, para que um relacionamento que te dá menos do que você quer? São 12 anos, quantos mais você irá esperar para ele decidir que agora sim é a hora de vocês casarem? Quantos dias dos namorados você passa sozinha porque ele está em happy hour com os amigos? Vanda está completamente sozinha.

O meu amigo Bruno está num relacionamento super delicado. Ela é casada,e tem dois filhos e diz para ele que só não se separa porque o marido é violento e ela tem medo que ele faça algo com as crianças. Bruno vive propondo coisas diferentes para resolver esta situação, já ajudou financeiramente ela por meses para que ela pudesse se estabelecer financeiramente e largar o marido, mas ela insiste em dizer que ela tem que permanecer com o marido porque ele já foi muito bom a ela e assim as crianças não correm riscos. E nas redes sociais posta o tempo todo coisas dos dois juntos e sempre dizendo que o ama mais que tudo. Bruno está sozinho.

Vocês conseguem perceber que o dia dos namorados não é nada se não significar o dia de ficar junto daquele que vocês escolheram para estar ao lado de vocês? Não é o tempo de namoro, casado, noivado ou de qualquer outro momento que faz vocês estarem juntos, é o sentimento pelo outro.

E não é este dia que significa algo. São todos os dias. São as pequenas e simples coisas. O dia dos namorados pode ser a deprê para quem está só, mas pode ser o dia de você repensar a relação que está tendo com o mundo. O que tem projetado para os outros? Amor? Alegrias? Ou apenas sentimentos tristes por estar só? Somos um reflexo do que emitimos ao mundo.

O que você quer emitir? O que você quer receber?

Desejo a todos um lindo dia independentemente se estiver sozinho e feliz ou com alguém, mas feliz, o que importa é estar feliz!

7 de jun de 2015

Os tais canais de comunicação entre beliscos e afins

Você começou a sair com algum belisco ou está para sair e a conversa começou pelo whatsapp?

Preste atenção neste top 4:

1 - não deixe nunca seu corretor ortográfico ativado isto te alivia de muitos apuros;
2 - nunca mande mensagem bêbada;
3 - nunca mande mensagem com sono;
4 - Fique sempre atento ao que está escrevendo.

Exemplo do item 1
" - Oi Déo, tudo bom?"
- Tudo bom galinho.
" - Oi?"
Gatinho!

Exemplo do item 2
 - Lindo você sabia que pensei em você na balada todinha até achei que era você uma hora e dei um beijo na pessoa errada, me perdoa?
(aguardando a resposta até hoje do belisco)

Exemplo do item 3
- Por favor não me deixe sozinha (emotiocon de vergonha)
" - Vai depender de você "
(mensagem original seria - não me deixe sozinha com vergonha (emotiocon de vergonha)

Exemplo do item 4
- Oi eu estava comendo meu primo e ai o car da prtariaa interfonei e foi isso
(resultado de estar escrevendo e vendo tv)
Frase correta - ou estava comendo na casa do meu primo e ai o cara da portaria me ligou para dizer que o João estava na porta, foi isto. (era explicação do porque estava chamando ele no whatsapp sendo que ele estava em curso)

Por isto eu acho que um dos primeiros cuidados que temos que ter quando começamos a sair com um belisco é estabelecer o tipo de comunicação que se estabelece: facetime, skype, whatsapp, carta, áudio, torpedo, e-mail, fumaça ou whatever o que importa é definir um tipo de comunicação.

Isto se aplica a inclusive avisar que não fica muito online, que é mais fácil encontrar com a pessoa se ligar no celular ou no telefone do serviço. O importante é definir o que vai ser meio de comunicação.

Minha agenda é corrida (vocês percebem pelo tempo que tenho demorado para escrever para vocês) sendo assim para o mim o mais fácil é "zap zap" quando é para mandar um oizinho lindo e fofo e celular para conversar e marcar alguma coisa, e vocês como estabelecem esta comunicação com os seus beliscos?

Beijos e boa semanaaaaa

18 de mai de 2015

Faça a sua lista!

Toda vez que tenho alguma festa para dar, algum eventinho como aniversário entre outros, tenho a mania de fazer lista: de quem vai, do que tem que comprar, de eventuais coisas para comprar para animar a festa, lista de emergência se der algo errado ou se alguém a mais vier e sempre tenho a sensação de que esqueci alguma coisa no meio do caminho. 

Isto deve ser por conta do meu trabalho. Fazer eventos cria este tipo de responsabilidade e neurose com todos que trabalham com isto...

E nestas de pensar em listas, de tempos em tempos eu acabo pensando que se um dia eu me casar posso esquecer de alguém que não falo tanto ou que não tem facebook (e não é por conta disto que a pessoa não seja importante ou não exista em minha vida).

Foi ai que eu decidi fazer minha lista de casamento.
Não, eu não tenho um noivo...
Não, eu não tenho beliscos no momento (o trabalho está exigindo demais de mim)...

Então por que fazer uma lista de casamento?
Porque não quero me esquecer das pessoas que quero convidar!

Surgiu assim - nossa se eu me casar não posso esquecer de convidar fulano! E nem ciclano! Ixi e nem aquele primo meu que mora longe, mas que eu adoro e nem tem face! E ai comecei a escrever minha lista. Olhei no face todos que eu convidaria e fui anotando, depois fui lembrando de outras pessoas e ao final estava com a lista pronta (não considerei a parte da família que é mais do que obrigatória).

Até ai tudo bem. Só que eu resolvi contar isto para os amigos.

- Gente!!! Tô fazendo minha lista de casamento!
" - (gargalhadas, risos, pausas e mais risos) Déo! E de onde você tirou isto se você nem está saindo com os beliscos que você sempre sai!??"
- Ah, mas é que eu não quero me esquecer de ninguém no meu casório e se eu não casar posso mandar para todos meu fictício convite personalizado dizendo que em meus planos eu iria casar e convidar a pessoa, mas já que não rolou a pessoa recebe meu pseudo convite de pseudo casamento!
(mais milhões de risos)

Conclusão: virei a piada. 

Agora toda semana quando chego no trabalho logo veem me perguntar se a lista aumentou, se me lembrei de mais alguém ou se eu tirei alguém da lista. 

De qualquer maneira eu não liguei, sabe por que?
Descobri que tem mais duas pessoas deste grupo que também estão fazendo a lista, mas diferente de mim não contaram para ninguém.

E você? Tem alguma lista que você gostaria de fazer?
Qualquer uma, de qualquer coisa?

Não deixe de fazer isso pensando no que os outros irão pensar. E lembre-se o pensamento atrai...vai que meu próximo texto no blog é sobre os preparativos para meu casamento?

Beijos Deodorenses!

6 de mai de 2015

M&M cinza!

Conversando com um amigo perguntei a ele como se descobre quando estamos gostando de alguém de verdade. Vou dividir um pedacinho da conversa com vocês:

- João, como a gente sabe que está gostando de alguém para valer? Tipo que é a pessoa mesmo? Igual você descobriu a Milena?(Milena - esposa do João meu amigo).
" - Este tipo de grandeza é complexa, mas a princípio a gente compara o que sentiu por outra pessoa num passado qualquer e depois avalia nosso corpo que fala por si e depois com o tempo vamos descobrindo que é bem mais forte do que tudo o que já vivemos."

O João é aquele tipo de pessoa que se entrega. Não está preocupado se no dia seguinte vai dar merrr, ops, meleca. Ele vai com medo, sem medo, mas o que importa é que ele vai!

E eu gosto de ouvir as histórias dele. E olha que são muitas até chegar na Milena.

Pensando no que ele me disse surgiu uma dúvida: e se eu não percebi que era aquele cara o certo para mim e deixei passar? E se por acaso eu esperava que meu cara certo fosse de um jeito e ele veio todo desconfigurado e eu achei que não era ele e dispensei? 

Ai eu tive uma ideia! Falei para ele que poderíamos desenvolver uma "tag" com algo escrito mais ou menos assim: "sou eu", "ganhou", "achou é teu", ou só uma imagem como esta ao lado, mas ai ele acabou cortando meu barato e me disse que desta forma seria fácil demais e perderia a graça da descoberta. 

Eu falando sinceramente não me preocuparia com este aviso sem descoberta, me facilitaria tanto a vida. Imagina? Encontrei tipo um "m&m" diferente no pacotinho e ele é o premiado, seria demais. A tag não precisaria vir em cima da cabeça do sujeito também, poderia ser algo no bolso, sei lá. O mistério seria encontrar a tag, mas ai ele jogou um banho de água gelado quando disse:

" - Déo e se a pessoa certa não seja a certa para você nesta vida? E se for para a próxima? "

Não importa que você acredita ou não em outras vidas, a decepção é a mesma. Já pensou? 

Você encontra seu m&m cinza e descobre que é a tal pessoa que você procura e quando acha a tag está escrito "promoção válida para a próxima vida"!

Seria osso, por isso voltei ao normal e tentar achar a graça desse mistério que insiste em pairar sobre mim.

Beijos Deodorenses! 

22 de abr de 2015

Mico x Timidez

Hoje o tema é: MICO!

Eu já dei vários, como vocês podem ler aqui: mico da gata ou aqui.

O mico faz parte do meu dia a dia. É algo natural e simples. Dou fora, erro nomes, troco nome de namorada de amigos e vice-versa e já perdi a oportunidade de ser amiga das namoradas dos meus amigos por isto.


Quem ai nunca deu um fora?

Levante a mão! \o/



E como eu não estou sozinha nesta a Lidiane mandou um e-mail para o caiforadeo@gmail.com e contou as suas atrapalhadas...e você? Tem alguma história engraçada, tragicômica, estranha, confusa ou qualquer outra opção para me contar? Então mande seu e-mail para mim! Será um prazer compartilhar!


" Oi Déo, meu nome é Lidiane. Sempre acompanho seu blog!! Morro de rir com algumas situações, me identifico com outras, me sinto bem à vontade por aqui, por isso resolvi escrever.

Sou uma pessoa beeeeem tímida! 
Eu sou uma pessoa simpática, educada, mas em matéria de iniciar uma amizade fico sem assunto (na minha cabeça só passa aquela “pergunta será que vai chover!”) e no final das contas nem isso sai pra puxar um assunto. Às vezes é ruim isso porque se a pessoa que estiver perto de mim e também for tímida já era! Ficamos em silencio. 

Só que mesmo assim, tenho histórias engraçadas de bolas fora. Eu falo sem maldade, só depois quando paro para pensar, chego a conclusão que não foi tão apropriado.

História um:
Eu almoço todo dia num mesmo restaurante perto do meu trabalho. A dona fica no caixa e é bem querida, sempre puxando assunto, oferecendo chocolates divinos (nisso ela não é tão querida, pois ela me oferece e eu acabo comprando ¬¬). 

Num certo dia ela me disse:
“ - Este chocolate é novo aqui. E é bem gostoso. Eu como um todo dia!”
(Ela disse que come um todo dia.   E o que eu entendo? Que era para eu comer um todo dia.)
Eu - Ah é, mas comer um todo dia e ficar uma gorda?.
Ela “ - Mas eu faço academia.”
Eu - Mas eu não!! 

Ela fez uma cara meio estranha Déo, mas ok, fui embora.
Na outra esquina meu colega de trabalho me diz:
" Pô Lidi, é muita coragem chamar a dona de gorda!" e me explicou o que ela queria dizer. 

Passei alguns dias indo lá morrendo de vergonha, mas como era uma sexta-feira que tudo aconteceu eu calculei que até segunda ela já teria esquecido! (ela continua me olhando meio estranho, mas tudo bem)

A segunda situação é de uma menina que trabalha aqui na empresa. Ela se acha o último pedaço de chocolate da caixa de bombom. É daquelas que você até se sente mal falando. Um dia estávamos aguardando um cliente e ela começou a dizer que estava procurando um terreno para construir e começou a citar alguns lugares que ela não gostou. E eu percebi que os lugares eram bem bons, mas eram caros. Então o problema dela não era localização, mas sim falta de dinheiro. Ai num determinado momento ela começou a dizer que queria tudo novinho na casa dela, nada de coisa usada ou velha e me diz que o problema é que a sogra dela se mete muito. 

" Vê se pode minha sogra quer me dar um sofá velho que ela tem.”
Até este momento eu estava quietinha ouvindo ela falar, aí resolvi abrir a minha boquinha:
- Você não tem nem terreno e ela quer te dar um sofá? Pra pôr aonde? No meio do terreno e contratar um guardião do terreno?

Ela ficou sem jeito e eu também, mas eu só fiquei sem jeito depois, quando eu pensei no que disse! Hehehe não foi por mal, mas sabe que ela até ficou mais humilde depois disto?

Beijos Déo!! =*

Lidi, com certeza sua timidez é transferida para seus micos. 
Você aproveita estes momentos para se soltar. 
Eu já dei lugar para grávidas no metrô que não eram grávidas, estavam fora do peso e me olharam feio, eu já cedi lugar para idoso que olhou bravo para mim e disse que tinha menos de 60 anos, já falei: mas é claro que a senhora está certa, qual seu nome mesmo?. " - José Paulo"...e mais algumas coisas que me deixaram com a cor de pimenta!

O que vale é que depois vira piada!

Beijão Lidi! 

27 de mar de 2015

E a sua fé?

Você está no emprego dos seus sonhos, feliz da vida, realizado. Encontra-se numa relação super bacana, super parceira, comprometida e saudável. Sabe aquele relacionamento que há tempos você não encontrava? 

Então, é bem este relacionamento ai. Todos da sua família estão bem: tanto de saúde quanto emocionalmente. Você nem se lembra quando foi a última discussão que tiveram e qual o motivo, mas se recorda da última gargalhada que teve com eles.

As coisas estão andando de vento em polpa e você não consegue imaginar a vida de outro jeito.

Você está sem emprego ou com um emprego ruim, ganhando pouco, as pessoas são asquerosas, você não sabe o que é falar com a sua mãe ou seu pai pessoalmente há meses e quando conversam é pelo whatsapp. 

Relacionamento amoroso? 
O que é isso? 
Compra em supermercado? 
" - Ixi nem sei quanto tempo faz". 
Você não vê perspectiva. 
Você não sabe a quem recorrer e se por acaso tem alguém a recorrer.

Te pergunto então: e sua fé? Aonde está?
Em que você acredita? Em qual das situações que mencionei você busca a sua fé e seu equilíbrio.

Eu sei que este blog conta as histórias engraçadas do cotidiano, mas ultimamente tenho visto situações que fogem das histórias engraçadas e entram num campo subjetivo: nossa fé.

A maioria das pessoas que eu encontro buscam sua fé quando está tudo bem. Quando a vida anda sorrindo para elas, ai elas sorriem. O que é fácil, pois é muito fácil agradecer a Deus/Universo ou o que quer que seja que você acredite quando o mundo sorri para você.

" Fé: estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em algo. = confiança, esperança." (Dicionário priberam)."

Por isso que não é ligado à religião e sim no acreditar.E para mim os dois momentos pedem fé: quando estamos bem para fortalecer aquilo que está indo bem e quando nada vai bem para exercer a resiliência e a resignação.

A rapidez dos acontecimentos, a velocidade dos relacionamentos faz com que as coisas tenham a obrigação de acontecer no dia, hora, minuto e segundo que queremos. 

E esquecemos que muito "sofrimento" que arrumamos são mais "sofrências" nossas do que de fato dores. Preferimos ficar ruminando coisas que aconteceram, dores que nos perturbam porque assim construímos nossos muros, nossas barreiras e desculpas para qualquer outra situação que iremos passar semelhante àquela em que vivemos.

Ou seja, não vivemos cada fase que temos que viver e vamos atropelando tudo. Fugindo e fingindo que nada está acontecendo.

Cada fase tem sua importância e sentí-las faz parte do amadurecimento.
Quantas vezes você passou por uma situação e logo depois que passou você pensou " - sabe que foi bom ter passado por tudo aquilo que eu passei? Se não fosse aquilo eu não saberia reagir a tal situação hoje."

Em resumo é: vamos parar de dramatizar situações e vamos sentir, sofrer o que tem que ser sofrido e depois continuar a caminhada? Vamos deixar o papel de coitadinhos e vítimas do mundo e vamos olhar para nós mesmos procurando a resposta em nós e não a culpa no outro?

E outra coisa: vamos agradecer mais? 


Se as coisas não estão saindo como você quer agradeça a possibilidade de testar seus limites, sua coragem, sua força, mas chega de "mimimi", de "sou vítima do mundo", "não tenho sorte", "sou legal, mas o mundo não gosta de mim". 


Vamos sair do muro das lamentações e vamos para a caminhada das atitudes!!



Quem tem a ganhar?
Primeiro você porque vai se sentir muito mais seguro e forte e em segundo o mundo ao seu redor, "porque gente feliz não enche o saco".

Fé pra todo mundo!

23 de mar de 2015

Ai que vergonha!

Você tem uma história curiosa, diferente, engraçada ou simplesmente quer compartilhar? O conta pra mim, Déo é feito para você! Mande sua história para caiforadeo@gmail.com que eu conto!

Hoje vou contar uma peculiaridade da Dani Vieira! 

Oi Déo, tudo bom?
Bom Déo o meu tema é timidez...existem basicamente 3 situações que me deixam tímida: cantada de pedreiro, elogios em público e aniversário.

Cantada de pedreiro - é algo que serve para testar sua capacidade cognitiva.

Geralmente tenho aquele problema da cabeça descontrolada. Explico: sabe quando a pessoa fica tensa e um olho começa a “pular”? No meu caso é minha cabeça! Ela começa a balançar (levemente, claro). São movimentos involuntários, como aqueles cachorrinhos de enfeites de carro. E ai fico com a sensação de que ela vai se desencaixar do pescoço e vou ter que correr na rua para recuperá-la.

Ainda não sei se as pessoas percebem mas, é triste! 
Nesse caso em específico ainda costumo combinar uma “virada de pé” para completar a esquisitice. Realize a cena Déo: estou andando normal e de repente dou aquela entortada, como quem dança a música “kuduro”, sabe como?

E fico admirada em ver como são criativos!!! 
As palavras discretas são do tipo que você tem vontade de entrar no bueiro de tanta vergonha. Outro dia ouvi um “êêêêê bitela!” – esse foi o mais leve, acreditem! (odeio esse apelidinho: bitela! Vontade de dizer: bitela é a tua mãe)

Mas admito que o ego agradece! (mas bem que o pessoal do andaime poderia ser mais discreto né)


Quanto a elogios, claro que ADORO, porém, quando tem muita gente por perto vou ficando desconsertada a ponto de me esquecer onde estou. Ai começa o efeito cascata: enxergo praticamente tudo em 3D dependendo da situação,  me esqueço de nomes, confundo assuntos só faltando cair com minhas madeixas vermelhas no chão, mas...reconhecimento é tudo de bom né? Vale a pena ser tida como doida de pedra em alguns momentos (no meu caso são mais momentos...hahaha..mas nem ligo).

E dia de niver
É daquele jeito! Começo a sentir minhas bochechas queimarem como fogo e fico com aquela cara de tomate sem alface na hora do parabéns.

Adoro o carinho das pessoas, os abraços, os sorrisos...
Se eu não fosse tããão “reservada” contaria que depois fico lendo o cartão de novo e de novo...tipo umas duzentas vezes. E se soubessem o que representa todo esse presente pra mim – não falo só do presente efetivamente – entenderiam como fico feliz!

Dou muito valor a amizade e ao carinho de todos, só não gosto das minhas bochechas rosadas, ou melhor queimando...porque não consigo nem disfarçar!

Eu acredito que muitas pessoas sejam tímidas como eu, mas nem todas tem coragem em dizer, obrigada pelo espaço! 

Um beijão

16 de mar de 2015

Não mexa em gaveta velha

Outro dia eu fui fazer a contabilidade beliscal no meu facebook.
Alguns beliscos, rolos e ex-namorados eu mantive no face por não me fazerem mal algum e ao final deixarmos um na vida do outro algo positivo (nem que seja a sobremesa preferida dele que eu acabei amando também).

Depois do bode do fim da relação, da raiva e do ciúmes da próxima namorada, vem esta paz interior que não liga mais para o que acontece na vida deles, pelo menos é assim que funciona comigo.

Semana passada decidi ir visitar as páginas deles. Embora eu tenha eles no face, eu não os "sigo" ou seja, não vejo atualização da timeline deles por opção minha mesmo. Porque eu não preciso saber o que eles estão fazendo depois de minha entrada e saída na vida deles. 

Comecei por ordem cronológica (os rolos, beliscos mais antigos até os mais novos).

- Renato - foi meu namorado efetivamente. Aquela coisa toda das nossas famílias conhecerem a gente, do primo querer sair com a gente para as festeeenhas, da irmã ter ciumes do irmão, etc...
Status dele - namorando há anos com uma pessoa que parece muito com ele de rosto e de opção de vida e no último post (olha meu radar) eles estavam comunicando um possível noivado.
Status meu - ele não queria casar nunca e está noivo. Em choque!

- Paulo - foi meu rolinho fofo, romântico e dedicado. Uma história linda de "amor" que começou no Carnaval e acabou na Páscoa. Vivemos bons momentos, mas cada um foi para seu lado por questão de logística. Eu de São Paulo, ele de Curitiba. Não tinha como dar certo porque na época ninguém poderia sair da cidade natal e mudar para a cidade do outro. Sofremos na época, mas maduramente entendemos que o melhor era aceitar a distância e nossa vida sem o outro.
Status dele - acabou de casar (de novo) e a esposa está grávida (de novo)!
Status meu - em choque (de novo)!

- Marcel - o cara mais doido e doente que eu já conheci na vida, mas que tinha uma lábia tão bem feita, tão bem "labiada" e um jeito safado de ser que me conquistava sempre na segunda frase, independente de qual fosse ela. Aquele típico cidadão que não vale 1 centavo, mas que você paga todas as suas fichinhas para jogar de novo o jogo dele.
Status dele - casado e com um filho pequeno.
Status meu - eu poderia ser mãe! Em choque maternal!

- Ricardo - belisco que eu gostava de sair para dar um tapa na cara da sociedade preconceituosa e dizer que café com leite é uma bebida maravilhosa! Meu negão bombom delicioso. Pegador, mas discreto, não dava ponto sem nó, toda vez que conversava comigo me chamava de princesa (pode ser brega, mas quando ele falava era bom demais).
Status dele - em relacionamento sério com a ex dele (antes de mim) com declaração no face e tudo mais.
Status meu - em choque...profundo (sempre desconfiei que ele ainda gostava dela :( nas nossas saídas)

Parei de fazer minhas pesquisas porque estava ficando depressiva demais!

Foi quando o Marcos aparece no messenger do face e fala que está com saudades...
(ele foi um rolo que foi e voltou trezentas vezes e da última vez eu falei que estava cansada do relacionamento iô-iô que tínhamos, mas eu adoraaaava esta relação doidinha).

Conclusão: quanto mais mexe mais fede, então deixa o cheiro ruim aparecer sozinho, você não precisa revirar gavetas para chegar a conclusão alguma. Quem vive de passado é arqueólogo.